PARQUES PARA TODAS E TODOS

Atualizado: 2 de ago. de 2020

Como projetar espaços verdadeiramente inclusivos para todes?


Enquanto arquitetos, urbanistas e planejadores das paisagens somos responsáveis pela elaboração de projetos com qualidade espacial, visual e que ofereçam segurança aos usuários.





Mas, o que difere a experiência de homens e mulheres nos parques urbanos, por exemplo? Como proporcionar espaços atraentes e seguros para todos os gêneros? É sobre isso que a recente publicação do Instituto Semeia, em parceria com o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (Unops) e apoiada pela ONU Mulheres e pelo Unaids nos ajuda a refletir.


Através da leitura fica claro que é possível amenizar a histórica configuração das cidades, que ainda reflete a distinção entre o espaço público, onde ocorrem as atividades remuneradas e de visibilidade enquanto espaços do homem e o espaço privado, do cuidado e da invisibilidade enquanto ambiente da mulher. Vamos pensar (e conversar) sobre isso? O vão é livre e ele é de todes!

[Postagem originalmente produzida para o perfil @vempravao, publicada em 30 de Maio de 2020]